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Aos Representantes e líderes dos partidos políticos angolanos

  • Par mpda
  • Le Vendredi, 29 Juillet 2011

Ex.mos Senhores Representantes - Poderosos Chefes, A ocasião deste comunicado urgente e emergente ao mesmo tempo, permitem-me em nome do povo angolano exortar-lhes com todo respeito que lhes devo.

Caros Representantes,

Estimados Líderes,

Parece que os nossos representantes e líderes angolanos, esqueceram o sofrimento secular e extrema do nosso povo e estão progressivamente desde então, continuar a confundir e fintar o povo nas suas besteiras e lutas do poder.

Angola é uma nação de todos filhos angolanos e precisa mais respeito e responsabilidade pela parte dos nossos representantes e líderes que assumem o mandato do povo e dos seus militantes.   

Assim tanto as nossas instituições ou partidos políticos, parecem ter apenas a aparência da democracia mas estão enganados porque os cidadãos descobrem cada vez mais que são excluidos na tomada de decisões. O macaco pode esconder-se mas a cauda o descobrirá. Quando procuramos os meios que temos para resistir a uma má governação ou decisão dos nossos poderosos chefes, apercebe-se que realmente nada funciona.

Por isso entre as decisões, nos falta apenas a rua para resistirmos o que não é uma instituição nem partido político e o que mostra bem um pouco de importância em relação os editores das nossas constituições e partidos políticos, provocam geralmente a vontade popular e torna cada vez mais difícel de acreditar em vocês e dificilmente neste estado de coisas de poder evitar as eventuais revoltas e reivindicações no seio das intituições e dos partidos políticos lideram.

Desde que a soberania do povo foi escamotiada e substituida pela soberania dos eleitos que constituem pois uma aristocracia no mal senso do termo, aquele de gatunos do poder. Só acabe pelo povo a legitimidade pelo referendo de definir o mandato dos seus representantes, líderes, superpotentes chefes ou porta-vozes para escolher o seu modo de designação ou eleição para os controlar as prestações de contas e as revogabilidades. Neste caso, não deve haver algures nem superman no seio dos nossos chefes.

Para ser legítimo, todo poder deve depender do Povo que designa os seus representantes para a conduta cotidiana da coisa pública e Povo recupera o exercício directo do poder quando lhe julga útil para os diferentes procedimentos da iniciativa popular.

Um líder, por vezes chamado lidário ou chefe do grupo é uma pessoa cujas

ambições e actividades são ligadas com as do grupo com a vocação de satisfazer os objectivos comuns. A sua legitimidade reside na qualidade e dinamismo de sua leadership. E caracteriza-se por seu carismo e sua habilidade como orador. Por extenso, a palavra significa uma empresa que é seja o n°1 do sector de actividade económica, onde exerce seja aquilo que impõe o dinamismo para a profissão.

A palavra líder é tanto um substantivo e um adjectivo qualificativo, mais ou menos sinônimo de carismático.

Na nossa Angola de hoje, lidar significa tomar o controlo total e absoluto de tudo e de todos. Em Angola como em África em geral, não existem mais líderes carismáticos e honestos, nem existem órgãos importantes que assumem com vericidade, honestidade e zelo o controlo eficaz e verificamos todos dias que, as eleições e os congressos são considerados como um contra-poder satisfatório e inimigo de quém governa.

As discusões em torno do tratado estabelecedor de uma constituição ou congresso e debate que estas suscitam, servem de revelador para a maioria dos cidadãos que não interessam-se da política. Parece ao mesmo tempo, revelador de uma fraqueza inquietante da jovem democracia, naqual vivemos em Angola e em África em particular. Sobretudo, a realização das eleições ou dos congressos em Angola, torna para já, uma prerrogativa e doença crônica angolana e africana.

Enquanto a nossa jovem democracia deveria ser o princípio e o grande desafio das instituições e dos partidos políticos angolanos, como africanos, para demonstrarmos a nossa capacidade e desafiarmos com as nações pertinentes e diante daquelas que consideram a África como um continente dirigido pelos patetas e primitivos que nem conheçam o tempo em que estamos que também ̟̋ YES WE CAN̏ ̏ .

Na maioria dos casos em Angola assim como em África em particular, os poderes institucionais e partidários são bloqueados com fechaduras aristocráticas, e só o Povo em si mesmo pode exigir que o seu poder reaparece nas instituições e nos partidos políticos pertinentes ou caso contrário, esquecer por completo e totalmente os três partidos da situação e rebeldes nomeadamente o MPLA, a UNITA e a FNLA, que têm sobretudo rendido um mau trabalho a nação e os seus filhos.

Os representantes e líderes do Povo devem ser o grande exemplo para a Nação e conformar-se no tempo e no espaço, sem chegar a intensidade dramática de uma revolução negra.

Os princípios elementares da boa governação são :

- a obrigação ;

-  a transparência ;

- a dificiência ;

- a receptividade ;

- a prosperidade ;

- o respeito do direito; 

Desde 1980, a África conheceu uma crise económica sem precedente caracterizada por ;

- baixo de taxa de crescimento anual do PIB :

- a regressão contínua do volume das exportações:

- a evolução do entendimento exterior:

- a passagem de certos países qualificados entre os de subsistência média :

- a corrupção que devasta certos países do terceiro mundo :

- o aumento do número dos países subdesenvolvidos e pobres de África (PMA) : 

A erradicação de pobreza ou a luta contra a corrupção, seria a proiridade para quém governa e desgoverna o nosso país, ao invés de distrair os angolanos nos assuntos partidários e esquecendo de tal forma a miséria e a pobreza extrêma que extermina o nosso Povo.

Também agora acabe a nova geração de considerar esta gravidade e integrar-se com dinâmismo, sinceridade e determinação patriótica nas fileiras daqueles que defendem a as liberdades, o direito e a justice social do nosso Povo, para construção de um Estado livre, democrática e de igualmente, que não pertencerá a nenhum grupo social, nem partido político mas sim, uma Angola de todos angolanos e amigos que amâ-la.

A juventude angolana, tem uma grande responsabilidade diante da nação pertinente e nela acaberá a reconciliação, a fraternidade e a unidade entre angolanos.

Quanto tempo temos que esperar mais para reconciliarmos entre irmãos do mesmo pai e da mesma mãe ? Não esperam amanhâ, porque o futuro constri-se hoje. A passagem do poder aos mais jovens é urgente e iminente.

Basta Senhor José Eduardo dos Santos,

Basta Senhor Isaias Samakuva,

Basta Senhor Ngola Kabangu,

Basta Senhor Lucas Ngonda ;

Basta Senhor Bento Bento e Basta Srs. Dino Matross e Bento Kangamba. 

Os angolanos não precisam mais de guerras do poder mas precisam de liberdade, justiça e respeito dos seus direitos defendidos pela Constituição e pelos tratados internacionais.

Por isso, aprendem mais e conformam-se pelo um futuro melhor para a nossa Nação e o nosso Povo. Não esperam broncos, castenhos nem amarelos. 

Massunguna da Silva Pedro

PR do MPDA