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A DEMOCRACIA "CONTA CABECAS" E NÃO "CORTA CABECAS" FpD

A DEMOCRACIA "CONTA CABECAS" E NÃO "CORTA CABECAS"

A expressão em epigrafe é a tese defendida pelo Secretàrio-Geral da Frente Para a Democracia (FPD), ostentada em defesa da inclusão dos emigrantes angolanos nas proximas eleições gerais.

Consta da carta que o referido dirigente, Luis Fernandes do Nascimento, endereçou recentemente ao Primeiro-ministro, com conhecimento para a CNE e os Partidos Politicos, de acordo com o comunicado de imprensa que deu a conhecer a diligência ao apostolado hoje.

O oficio admirou-se pela aproximação do prazo final do registo eleitoral sem se ter registado uma acção de substância, salvo a " informação sobre um estudo sobre o assunto que estava sendo elaborado pelo Ministério de Relações Exteriores".

Destacou por isso as razões legais, politicas e sociais que representa a não votação da emigração.

Na perpectiva da FPD, "a preocupação reside no facto duma eventual não votação emigrantes significar uma violação as Leis Constitucional e Eleitoral. Igualmente, a unidade da Nação faz-se além fronteiras com todos os angolanos. Mais, o real desenvolvimento de Angola passa pela enorme mobilização de recursos dos angolanos no exterior e canalizar as suas valias em inteligência, sabedoria, recursos financeiros, trabalho e outras para o pais.

"Não vê, a FpD, pois motivos para excluir dum direito fundamental que deveria ser exercicio de 4 em 4 ano, uma vez que a democracia "conta cabeças" e não "corta cabeças", remata o comunicado.

Fonte: Apostolado

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