AJPD aguarda juldamento do Tri
AJPD aguarda juldamento do Tribunal Constitucional
Luanda - A Associação Justiça Paz Democracia (AJPD) espera de peito erguido o julgamento do tribunal constitucional sobre o pedido da sua extinção, feito pelo Procurador-geral da República (PGR).
O director executivo da quixotesca ONG, António Ventura, aparentou esta postura hoje, no programa radiofónico ‘Artigo 7º’ da Rádio Ecclesia, ao comentar pela primeira vez o anúncio da citada queixa contra a sua agremiação.
Assegurou a apresentação da contestação da associação ao Tribunal Constitucional (TC), por parte do seu advogado, até ao aprazado dia 19 de Setembro corrente.
«Apesar deste processo, a AJPD vai continuar a desenvolver tranquilamente as sua actividades até que o tribunal decida sobre a causa. Que os nossos parceiros fiquem calmas», disse, garantindo a continuação da execução dos compromissos que a associação tem com seus vários parceiros internos e externos.
Aclarou que a historial da queixa remonta ao então ministro da Justiça, Paulo Chipilica, o qual se opusera detidamente contra a aval legal da AJPD, devido a certos artigos dos seus estatutos.
Na sequência disso, em Julho de 2003, Augusto Carneiro, PGR da época, intentou queixa junto do Tribunal Supremo, na veste do Constitucional, naquela altura, para a extinção da ONG. O processo, no TC, ficou a cargo do juiz-conselheiro Neto Miranda, que não lhe pode dar vazão.
Por conseguinte, o novo PGR, José Maria de Souza, não fez, senão, promover a transição do processo para o recém-criado TC e Ventura confia que, em caso de seriedade, AJPD ganhará a causa.
Pois, explicou, o fundo da questão continua o mesmo e versa na «natureza política da associação, concentrada nas matérias dos direitos humanos no contexto de um Estado democrático e de direito.»
Na bitola dos queixosos, os Estatutos da AJPD enfermam artigos que extravasam a sua vocação, com incursões inadmissíveis em competências de certos órgãos do Estado como a PGR.
«A AJPD vocacionou-se como uma organização de natureza política, única e exclusivamente para a defesa e promoção dos direitos humanos, num contexto dos princípios do Estado de direito democrático», vincou o seu director.
Ventura referiu que havia quem estivesse a tentar a empurrar a sua ONG para se converter em partido político por causa disto.
Ora, prosseguiu, «nós estamos a dizer que quem faz política no Estado de direito democrático não são só os partidos políticos. São as associações cívicas e um conjunto de individualidades que vão compor aquilo a que nós chamamos as organizações da Sociedade Civil».
Commentaires (0)
Aucun commentaire pour l'instant, soyez le premier à laisser un commentaire.
Ajouter un commentaire
Espace membre
Informações
- População do Namíbe revolta-se
- Tribunal de Benguela acusado
- Entrevista do líder do MPDA
- MANIFESTAÇÃO CONTRA J.E.SANTOS
- Convocada manifestação para 7
- Polícia diz que jovens manifes
- Eduardo dos Santos e seus home
- Ambiente de rebelião na Media
- Rapto de cidadão luso em são T
- MELIANTES DESFALCAM PARÓQUIA D
- MPLA manda polícia disparar co
- UNIAO DE TENDENCIAS MPLA-CORRE
- Procurador João Maria acusado
- O Fim do Modelo Cubano
- Assembleia Nacional esbanja 43
- Angola o País da mentira!
- CRIMINALIDADE AUMENTA EMLUANDA
- TAAG diz adeus aos B 747
- Membro da Unita condenado no H
- Ministro garante PN não vão to
- Antigo chefe policial acusa Qu
- Filho do presidente diz ser de
- As incompatibilidades na TPA
- Direito de resposta da Radio D
- Fundador do Wikileaks detido
- Faustino Muteka «CONTRA» Paulo
- Pastor sobre a sexualidade
- MOVIMENTO CIVICO EXPONTANEO DE
- CABINDA: AMNISTIA INTERNACIONL
- Ministério acusa Rádio Despert
- Presidente da FNLA reafirma qu
- Presidência da República: O Ep
- Entrevistas de J.Savimbi-video
- A vida dos angolanos após guer
- JOSE E. SANTOS UM PSICO
- Mudança iminente
- A Revolução é inevitável
- Polícia económica aperta o cer
Flux RSS
Error paramsMúsica
Lulendo EPK Angola
Os Partidos e a prospectiva
"Os políticos angolanos não têm ferramentas para ser visionários" Temos de tomar a sério o recente apelo lançado pelo Presidente do MPDA a Sua Excelência Sr. Massunguna da Silva Pedro para a formação de uma perspectiva de ajudar as autoridades angolanas a ultrapassar as actuais crises que insolam o nosso país em todos domínios. Mas antes de discutir a solução proposta, precisamos de um bom diagnóstico de evoluções inquietantes como causa principal deste sintoma. "Os políticos angolanos não têm ferramentas para ser visionários. Falta de correlação, ética e cooperação entre os actores políticos. Neste âmbito, devem os intelectuais,académicos e a diáspora angolana, envolver-se na gestão da sociedade angolana, declara o Presidente do MPDA na sua recente intervenção ... por isso, esperamos desta sociedade a implicação deste projecto.Meteorologia
Sondage
Flux RSS
Error paramsGalerie vidéos
Rafael Marques & Investigação
- Jornalista Rafael Marques acus
- Novo relatorio de Rafael Marqu
- How France fuelled Angola's ci
- His Excellency
- In Angola, censorship shrouds
- President’s three henchmen lea
- An Activist Battles Corruption
- Document crimes -Rafael Marque
- El trabajo de Rafael Marques d
- Report Links Mercedes-Benz to
- Rafael Marques recebido no Dep
- MPLA LTD.
- Angola exposed
- Devin Stewart Interviews Angol
- As negociatas dos deputados an
- UNICER: As cervejas da corrupç
- Manuel Vicente Assalta Sonango
- Trio presidencial lidera o saq
- Galeria da Corrupção
- Presidência da República: O Ep
- Open Society Institute, 400 We
- International covenant on civi
- International covenant on civi
- Angola: Marques de Morais v An
- Unicer: Brewing corruption in
- PILLAGE,BLANCHIMENT D'ARGENT E
- Makaa: Fighting Angola's Corru
- O "Baton" da Ditadur





















