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Ás 6 razões para votar a FpD

Ás 6 razões para votar a FpD

Aqui vai a resposta que a equipa de internet da FpD enviou:

As suas perguntas são pertinentes e importantes.

1ª pergunta do Jovem: quais são as razões que adiantam como fundamento para que as pessoas votem no vosso partido?

Resposta da FpD internet:
a principal é uma postura de abertura, diálogo e oportunidades iguais. Abertura basta ver que a Ecclesia por exemplo não emite para todo o país. A TPA e a RNA só emitem propaganda e não notícias relevantes para os angolanos. Lá de quando em quando passa uma notícia que interessa realmente. Mas notícias a sério é raríssimo! Sem esquecer que os profissionais de comunicação da TPA eles mesmos se sentem muito frustrados, como aconteceu com o pivot da TPA, o jornalista Ernesto Bartolomeu, que recentemente deu a cara para os problemas que existem de falta de liberdade.

Depois temos o Diálogo. Diálogo porque o cidadão tem o direito de poder questionar e falar cara-a-cara com Deputados, Ministros e Presidente. E tem o direito de fazer isso sem medo de guarda-costas ou sem medo de ser preso ou de perder o emprego ou sabe-se lá que mais.

Depois temos as Oportunidades iguais. Oportunidades iguais porque excepto aqueles que já têm oportunidades milhões de outros angolanos não as têm(oportunidade).

Para a Angola que temos hoje, esses são aspectos que distinguem claramente a FpD. Diálogo, liberdade, ausência de medo, oportunidades iguais.

2ª e como pensam implementar os vossos programas, quais as vossas fontes de receita para financiamento do tempo que pensam governar?

Resp:
a visão da FpD é puramente democrática. Nesse sentido tem de ser criada a acção democrática ou seja a capacidade de perguntar a si eleitor ou a qualquer outros cidadão o que ele acha e como ele pensa que as coisas podem acontecer. Portanto a tese geral é abertura (que não existe actualmente com o presente partido que está no poder), segundo ponto é tendo todos os programas então faz-se a implementação.

O Secretário Geral da FpD, Dr Luis Nascimento dzia recentemente que os angolanos são quem melhor sabe o que lhes falta. Ora, é então importante falar com os angolanos para se saber o que querem.

As fontes de receita são as que já existem e soma-se a criação de riqueza pública geral de todos os angolanos e os pacotes que incluem mas que não se esgotam por aí: produção alimentar, turismo em grande escala, criação cultural em grande escala, programa de desenvolvimento de conhecimento de saber que possa ser vendido (nesse ponto é de recordar que até bem pouco tempo Angola tinha know-now de investigação científica na área de agricultura que era cobiçado a nível mundial, ora esse conhecimento pode ser vendido e trazer lucro para o país).

Por exemplo, a capital do Reino Unido, Londres, é das mais ricas do mundo, a razão tem que ver com a riqueza individual criada por pessoas singulares realizando pequenos negócios e pequenas actividades produtivas. Quando recentemente os dois principais candidatos a Mayors da cidade disputavam a eleição, aquilo que saiu como ponto importante era que era preciso dar mais apoios e condições aos pequenos negócios pois esse geravam bilhões de libras e milhares de empregos. O presente Mayor de Londres (que saiu vencedor nessa corrida eleitoral), focou grande cuidado em apoiar esses pequenos negócios. Naturalmente quanto maior for a riqueza individual, maior serão os endimentos do estado por via de impostos. Estes aumentarão porque aumentará também a matéria colectável daqueles que hoje por estarem ligados à classe política não pagam impostos. Mas que isto, estes passarão a ser progressivos, ou seja, a taxa subirá em função dos rendimentos.


Nós em Angola temos uma cadeia grande a surgir chamada "Nosso Super", se virmos bem, cada nosso super ocupa uma área considerável. Mas o número de pessoas que trabalha (quer em empregos directos quer e empregos indirectos) num "Nosso Super" se comparado com a quantidade de pessoas que trabalham num mercado popular estamos logo ali a ver a diferença. O mercado popular emprega muitas mais pessoas e gera muito mais riqueza para o povo! Não tem comparação possível! E foi isso que o actual Mayor de Londres percebeu nos pequenos negócios da cidade e por isso ele apresentou a intensão de os apoiar. Ele viu que embora grandes empresas gerem grandes capitais esses capitais ficam concentrados num pequeno grupo de pessoas e que no final a riqueza criada e a riqueza distribuida e totalmente desproporcional. Ora, para quem gere um país, a primeira preocupação tem de ser em criar emprego, comida, saúde, habitação, água e qualidade de vida às largas camadas de população.

Então o que é que a FpD pode fazer? A FpD pode proteger os mercados populares, falar com as vendedoras e os vendedores e participar com eles numa proposta que faça essas pessoas ganhar ainda mais dinheiro e terem boas condições de trabalho. A própria dinâmica dos nossos mercados populares tem de ser estudada. É preciso estudar bem para depois bem se saber como maximizar o lucro e a riqueza das vendedoras e dos vendedores.

Permita-nos mais um exemplo. Em França e na Alemanha, existem zonas onde o Governo apoia e defende os pequenos negócios. As pessoas dedicam-se ao artesanato, às pequenas vendas, à pequena indústria tradicional, ao turismo, à arte e à cultura. Ora, o que acontece? O que acontece ali é que as pessoas vivem com excelente qualidade de vida! Ganham bem, cobram bem pelos seus serviços e trabalhos, têm saúde, tem boas casas, etc. Então, é isso que a FpD defende!

O que a FpD quer fazer é permitir esse quadro, seja em Luanda, sejas noutros locais. Porquê que esse quadro não existe já? Por falta de visão estratégia e de futuro do partido da situação. Uma das coisas que se teria de fazer era a abertura dos portos, o apoio à micro produção nacional (a tal que é muitas vezes destruída pela entrada de produtos super baratos vindos da China por exemplo).

Um outro aspecto importante é que Angola perde biliões de dólares em investimentos pois por um lado muitos não querem investir num país cheio de corrupção e outros não conseguem sequer realizar os seus negócios devido à corrupção e à declarada falta de visão. Por exemplo, um pequeno investidor que deseje instalar uma pequena fábrica, empregar trabalhadores angolanos, usar matéria prima nacional, etc, vê muitas vezes o seu projecto e proposta negados porque não tem os milhões necessários para pagar o terreno, as gasosas(corrupção), não sente liberdade de circulação (os vistos continuam a ser uma dor de cabeça), etc, etc. Quem queira abrir uma unidade hoteleira ou começar um projecto de turismo em Angola é mais uma dor de cabeça! Ou tem milhões em caixa e ignora a corrupção ou está já com sérios problemas. Já para não falar do preço das passagens aéreas e do facto de a entrada de multiplas companhias aéras em Angola ser ainda limitado pelo Estado (algo que a FpD quer ver alterad) E desta forma Angola tem perdido certamente milhares de oportunidades de investimento! Oportunidades que certamente já teriam criados milhares de empregos aos angolanos!

3ª será que vamos continuar a assistir uma economia dependente do petroleo?

Resp: do nosso ponto de vista é a longo prazo ilógico depender do petróleo. A FpD vai manter as responsabilidades e os acordos internacionais, mas vai seguir as estratégias de países como os EUA e outros no que diz respeito ao abandono do petróleo.
Assim evitaremos fazer novos contractos que impliquem aumento de produção e consequentemente mais investimentos no petroleo. O importante é aproveitar a capacidade financeira do petroleo para investir na diversificação económica, nomeadamente, na agricultura e na industria transformadora porque geram mais emprego.

O petróleo tem os dias contados e nem tanto porque se vai esgotar mas antes porque países como os EUA, Alemanha e Inglaterra já possuem planos para terminarem a sua dependência no petróleo dentro de 10 anos. em alguns casos. Ora, o que o partido da situação (MPLA) propõe quanto a isso é nada ou quase nada. Fala apenas em "começar a produzir biofuel". Esquece é que mesmo o biofuel (nos modelos que quer produzir) são já apontados como catastróficos pois cortam espaço para comida e continuam a poluir o planeta, sem esquecer que abrem portas à destruição da biodiversidade e são também uma praça perigosa para os trangénicos e para os Organismos Geneticamente Modificados os quais tem gerado imensos debates e dos quais temos más experiências que nos chegam de Moçambique, por exemplo.

Mesmo as políticas do partido da situação quanto ao ambiente e ecologia, apresentadas no seu manifesto e programa eleitoral são antiquadas umas e outras já constavam no programa de 1992 mas não as vimos serem aplicadas até hoje. O que Angola precisa é de proteger a todo o custo o seu ambiente e ecologia, ora o programa do MPLA diz claramente que vai sacrificar esses dois aspectos para bem do desenvolvimento do país... estamos no Sec XXI, Al Gore e até John Mccain defendem uma postura de cuidado com o ambiente e ecologia... por isso é que Angola precisa de mudar se não daqui a uns anos estaremos enterrados em poluição e em rios destruídos e poluídos.

4ª quanto a corrupção, o que pensam fazer? porque alguem disse que estes partidos excepto MPLA, teram primeira de afortunarem se so depois atender o povo sera o vosso caso?


Resp: A corrupção tem de começar por ser eliminada com formação (
através da introdução na administração de sistemas de integridade) e melhores ordenados. Só assim se consegue acabar com a gasosa. Esse é o primeiro aspecto.

Segundo: é preciso combater arduamente o sistema de rendimentos que não é resultante nem do empreendedorismo nem do trabalho, mas de fontes secundárias, ditas alternativas.

Terceiro, a grande corrupção tem de ser fiscalizada (controlada), por entidades nacionais (inspecções, assembleia nacional e tribunais) e internacionais (bolsas e instituições de transparência) e pelo próprio povo, quer através de sistemas preventivos, quer pelo reforço da fiscalização. Se o povo vê e sabe identificar corrupção, ele deve protestar e tem de protestar. E a seguir tem de correr com os corruptos, por via do voto, por exemplo.
Claro, não podemos esquecer a educação. Muitas pessoas não sabem bem o que é a corrupção. E não sentem a vergonha de serem corruptas.

É importante, e é isso que a FpD quer fazer. A FpD também trazer ONGs internacionais e apoiar as nacionais que sejam exigentes com os partidos e com as contas. ONGs como a Transparency International (TI) tem de vir imediatamente para Angola podem cooperar mais com Angola! Tem de haver uma política que permitir que todas essas organizações "incomodas" à corrupção se fixem (
possam fazer o seu rabalho em angola) em Angola. Mas não só as que combatem a corrupção, queremos mais apoios e protecção às que defendem os direitos humanos e às ecologistas. Por exemplo, queremos que a ONG Greenpeace faça a sua sede em África em Angola.

A FpD quer primeiro atender o povo e apenas atender ao povo. A FpD não concorre a estas eleições nem pelo poder nem pelo dinheiro. Também a FpD tem de ser fiscalizada e se auto-fiscalizar.

5ª desculpem mas acredito que nesta campanha os partidos estão a ser tão teoricos e em algumas vezes vagos no que concerne as suas promessas porque não basta prometer é preciso dizer como vao realizar.

Resp: A FpD não consegue fugir à teoria por uma razão simples, a teoria faz as boas ideias, ideias de valor, e sem ideias práticas não é possível realizar. Exemplo: sem a ideia de diálogo sincero, sem a ideia de fraternidade sincera, nunca teremos a realização da democracia. Falar de democracia sem diálogo não funciona! Falar de democracia sem fraternidade e respeito por quem nos critica a democracia não funciona!
Sem a ideia da liberdade de expressão e a liberdade de imprensa também a democracia não funciona!

Não é o seu caso, mas por vezes algumas pessoas que vivem "bem" criticam a FpD por não apresentar propostas, por ser "vaga" ou até "teórica", mas o que achamos é que essas pessoas por viverem "bem" se esquecem de que existem problemas de fundo na nossa sociedade. E o problema base, o problema dos problemas ou a makas das makas é que não existe liberdade de se pensar diferente. Depois não existe liberdade de se criticar. Depois não existe liberdade de se fazer diferente.
Só quando alguém esbarra na ausência de liberdade é que percebe que as coisas estão muito mal em Angola. Enquanto essa pessoa se sentir sem dificuldades então ela também difícilmente perceberá o que sentem os milhões de angolanos que todos os dias têm de lutar para comer. Há em Angola quem por dia tem de trabalhar para comer nesse mesmo dia e ele não sabe se amanhã vai comer.

Às vezes algumas pessoas, esquecem que em Angola ainda há quem leve um tiro por falar demais. Ainda há quem veja a sua casa destruida só porque alguém com poder mandou. Essas simples coisas não aconteceriam numa democracia verdadeira!

Olhemos para estas eleições, não é preciso ir muito longe. Basta apenas ligar a TPA. Onde está a imparcialidade da informação? Algumas pessoas dizem que nunca viram nada dos partidos... pudera! Como podem ouvir aquilo que não é permitido que se oiça?

Portanto, prometer mundos e fundos e não se focar num aspecto base como liberdade, é a maior forma de se enganar as pessoas.
Depois, como se pode falar em propostas de casas, se não existem oportunidades iguais?

Vamos imaginar que uma casa custe 30 mil dolares. Como é que milhões de angolanos que sobrevivem com menos de um dolar por mês vão pagar essa casa? Falou-se em créditos, mas e como é que pagam os créditos? E quem é que vai ganhar com esses créditos? E vamos ter famílias inteiras dependentes de creditos? Que dores de cabeça estamos discretamente a preparar para o nosso povo? É por isso que a FpD defende que é urgente temos o voto dos angolanos para que possamos ter uma voz forte de defesa do povo no Parlamento pois dentro em breve o povo vai viver o drama dos créditos que o partido da situação anda a prometer como sendo a forma de pagar as casas que anda a prometer! Essas casas não vão ser de graça!

Então, mesmo que façamos um programa de centenas de páginas e prometamos tudo de bonito e prometamos que vamos continuar avançar, temos de parar e perguntar: avançar para onde se não existem oportunidades iguais? Avançar para onde se quem está informado vê já um quadro de má fé que se prepara para enclausurar os angolanos em créditos para o resto da vida? Será que os jovens já fizeram as contas de como vão pagar os créditos? E se perderem o emprego, e se ficarem doentes, como é que ficam os créditos?

A FpD se apresentou com um manifesto. Fez algo curto e incisivo. Algo que vai ao centro da questão!
Algumas pessoas que vivem bem por vezes não conseguem captar a importância destes pequenos aspectos. Algumas pessoas não conseguem sentir a dor de quem vende na rua para sobreviver ou de quem ter de roubar para sobreviver ou de quem no Namibe passa sede por não ter água ou de quem nas Lundas vive em constante terror por causa dos diamantes.

Por isso estamos a defender o que estamos a defender e o povo sabe que quando precisa, a FpD está lá e faz tudo para lá estar. Quando partem uma casa do povo, quando alguém é preso, a FpD faz tudo para lá estar. Mas nós não somos ricos! E para além disso, nós somos impedidos muitas vezes de fazer o que queremos por forças ligadas ao poder do partido da stuação. E é por isso que pedimos o voto ao povo, pedimos ao povo que vote na FpD.

 6ª e última questão do jovem angolano: gostei imenso da vossa postura durante a campanha eleitoral sei que tem o vosso percurso traçado continuem trabalhando, mas do que nas epocas eleitorais voces precisaram de se tornar mais actuantes na vida publica, um partido actuante.

Resp: 2 pontos importantes que o povo deve saber quanto a isso. 1º, novamente que não somos ricos e que temos muito poucos apoios pelo que muitos da FpD tem de trabalhar para poderem sobreviver, o partido não é rico, estamos agora a crescer muito graças ao povo, é o povo que nos está a acolher, é o povo que se está a oferecer. São milhares de voluntários e amigos que estão a fazer a FpD crescer. Vamos a ver se a partir de agora temos condições de ter equipas dedicadas a 100% ao trabalho da FpD.

2º a FpD é muitas vezes impedida de agir. Algumas pessoas pensam que a FpD não age mais e não aprece mais porque não quer, a verdade não é bem essa. A verdade é dupla é que os orgãos públicos não cobrem as nossas acções e por outro lado somos mesmo barrados e muitas coisas que queremos fazer, colar um cartaz, realizar uma palestra, conviver com jovens numa universidade, ir à rua falar com as pessoas, etc, etc.
Portanto, se tivermos liberdade de agir e condições técnicas e monetárias para agir e se o povo nos quiser, a FpD vai aparecer muito muito mais.

De facto, basta ler a carta que o nosso companheiro Armindo Sardinha escreveu ao Povo de Benguela para perceber que o povo vai ter sempre encontros com os deputados da FpD. As deputadas e os deputados da FpD vão falar com o povo regularmente e vão depois voltar ao Parlamento e defender o que o povo quer! Esse é o nosso compromisso! Ninguém vai precisar de ter medo dos deputados da FpD ou de ter de fugir de guarda-costas, a FpD é paz, é tranquilidade é diálogo fraterno.

Ainda na linha dos impedimentos, será importante escutar a entrevista concedida à rádio LAC ainda no tempo das recolhas de assinaturas. É que algumas pessoas ficaram com a ideia de que a FpD não trabalhou, escute a entrevista. Poderá ouvir nos endereços:
1ª parte: http://malambasdaterra.podomatic.com/enclosure/2008-07-05T20_58_57-07_00.mp3


2ª parte: http://malambasdaterra.podomatic.com/enclosure/2008-07-05T22_53_45-07_00.mp3

Jovem disse: boa sorte, que encarem as eleições como festa pois este momento é da festa da democracia, porque é este o espirito que deve reinar.

Pela FpD: Obrigado. E apelamos a que vote na FpD. Apelamos para que peça o voto na FpD também dos seus familiares, amigos, vizinhos e conhecidos. É urgente apoiar a FpD para que haja mais multipartidarismo e para que o país não se limite a apenas duas forças. Todos atentos também contra a fraude!

E que não se tenha receios do MPLA perder as eleições ou as Presidenciais, o país, ao contrário do que diz a propaganda do partido da situação, não vai parar nem vai se ter tudo a perder. Essa campanha de medo foi bem pensada pelos marketeiros brasleiros pagos a preço de ouro pelo MPLA, mas é uma propaganda que sufoca o povo e da qual muitos angolanos se encontram já cansados. Uma propaganda que se limita a aumentar os receios do povo, que se limita a mostrar imagens de guerra e que se limita a meter medo.
Ora, quem quer meter medo sob disfarce de ser do coração e da esperança, não merece o voto democrático de ninguém. As pessoas querem ser felizes! O povo de Angola quer ser livre!

E será importante ler o artigo escrito pelo Dr. Filó, presidente da FpD sobre a importância do MPLA perder as eleições. A ler em: http://www.angolabanda.com/?p=185

Existe todo um mundo de projectos, ideias e possibilidades realizáveis e bonitas para o bem-estar de todos nós angolanas e angolanos. É crucial dar-mos um voto de confiança na FpD.

Aceite os cumprimentos da equipa de internet da FpD

Poderá saber mais sobre a FpD em:
www.fpd-angola.com
www.fpdangola.blogspot.com

 

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