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oi apresentada hoje, em Lisboa, uma petição pela libertação imediata e incondicional dos presos políticos em Cabinda.
O abaixo-assinado foi lançado pela Associação Tratado de Simulanbuco-Casa de Cabinda, que critica aquilo a que chama prisões arbitrárias e sem culpa formada de destacados intelectuais e figuras públicas no enclave, na sequência do ataque do passado mês de Janeiro à selecção do Togo.
A porta-voz desta Associação, Manuela Serrano, explicou à Renascença que o objectivo principal desta petição é a libertação imediata dos activistas detidos ilegalmente em Cabinda e no Congo.
Em comunicado, esta Associação aponta o caso de pelo menos 18 pessoas, oito das quais ainda nas prisões de Cabinda em condições humanas degradantes.
“As pessoas vivem em celas sem o mínimo de condições de higiene quando são detidas, em promiscuidade com fezes e urina, tendo de dormir no chão, ficando privadas do contacto, ao princípio, com os seus familiares e até com os próprios advogados”, denuncia Manuela Serrano.
A Associação Tratado de Simulanbuco-Casa de Cabinda critica ainda o silêncio da comunidade internacional, acusando-a de cumplicidade neste processo.





















