Eleições historicas num ambiente calmo
Eleições historicas num ambiente calmo

Nairobia - Pois que as violências surgiram durante a campanhâ eleitoral deixando acreditar um escrutinio agitado nenhum desturbio foi assinalado durante o periodo de voto. 14,2 milhões de pessoas deveriam escolher o seu presisidente, os 210 deputados assim como os 2 484 dirigentes locais. A mobilização foi sem equivalente na historia do pais, na medida em que numerosos escritorios de voto materam abertos em cima de 17 horas, hora oficial do encerramento.
Frente o édificio da escola primàrio Model, à Limuru, ragião fértil produtora de chà e de flores, um dos bastiões dos kikuyus, étnia do presidente Mwai Kibaki, situada à 35 kilométros no noroeste de Nairobia, uma fila de algumas centenas de pessoas estendida até ao caminho em terra ultrapassando largamente o portão. Enquanto não era ainda 6h00 de manhâ, hora oficial da abertura dos escritorios de voto.
Este quinquagenàrio relata que se levantava no meio da noite para chegar entre os primeiros, cerca de 4 horas de manhâ. "Quero ser certamente para poder votar. E vejam, essas pessoas comportaram-se disciplinados e esperavam a sua vez. Portanto, hoje hàa apenas um objectivo para todos os quenianos: votar!". No interior da sala de aula, transformada em escritorio de voto por ocasião os agentes da comissão eleitoral agitavam-se para pôr em lugar os ultimos preparativos.
Foram coladas três fitas diferentes, amarela, vermelha e azul a cada um das três urnas de cor preta, correspondente respectivamente ao voto dos elites locais, do presidente e dos deputados. As urnas em prévio, foram abertas frente os eleitores presentes para atestar a ausência de frauda. Uma dezena de partidos, sentados nas cadeiras, fazem face aos eleitores que passam um cada um, para levantar a sua ficha, ticar na cabina de voto na casa correspondente ao candidato selecionado, depois voltar para insopar o seu auricular num cântoro de tinta azul indélevel.
Um enorme desafio para o pais.
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