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GARCIA LOPES FERNANDO

RELATORIO AS AUTORIDADES ANGOLANAS

Um cidadão angolano residente no reino da Bélgica, achou discriminatorio e injusto a alegada situação dos emigrantes clandestinos em Angola.

Constatou que desde a assinatura do cessar-fogo em Angola, o numero efectivo de clandestinos ultrapassou o numero de depois do ano 2002.

Hoje a capital angolana està superpovoada. A população aumenta todos os dias sem prever o perigo que està para vir. Além disso, toda a nação angolana està corrompida. Vàrias nacionalidades diferentes estão sem controlo. A porta que serve de entrada aos clandestinos é o Congo Democràtico (ex-Zaïre. Nos pedimos um novo sistema de trabalho para combater a clandestinidade nas fronteiras.

Além disso, a provincia do Uige goza hoje em dia de mà reputação por causa de falsos angolanos clandestinos vindos de vàrios paises. Pedimos à população que se organize para proteger a nossa provincia que representa hoje um perigo em todo o territorio do pais. A desconfiança reina entre a população civil. Falsos bilhetes de identidade e falsos passaportes não registados circulam no pais. Isso é devido ao facto de que quando esses estrangeiros chegam ao pais, recebem todos os documentos de identidade em nome da provincia do Uige.

Esta situação é intoleràvel! As autoridades devem pôr fim a esta situação porque nenhum pais digno desse nome distribui documentos de identidade e de nacionalidade aos estrangeiros que entram no pais. Por exemplo, no Libano, no Senegal, na Guiné, no Mali, na Nigéria, nos Camarões, etc... Nesses paises, é impossivel obter as suas identidades. Infelizmente, depois de trinta anos de guerra em Angola, os falsos angolanos da provincia do Uige apareceram.

Chamamos atenção das nossas autoridades para o facto de que Angola arrisca-se a ser vendida.

- Por isso, recomendamos um novo sistema de controlo.                                                                                   - O reforço de todo o sistema de serviço consular;                                                                                            - A criação de um serviço secreto exterior para as informaçõesprecisa;                                                             - A mudança do sistema de trabalho de DNFA (Direcção Nacional e Fronteira Angolana);                               - Combater a corrupção.

N.B. Esta declaração deve ser conservada e posta em pràtica. E para o bem da pàtria e para a nação inteira, incluindo os proprios estrangeiros.

Feito em Bruxelas, a 10 de Março de 2006

Para a Diàspora Angolana do Benelux,

GARCIA LOPES FERNANDO

             Presidente