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O Cepticismo queniano

Os rivais quenianos inflexiveis

Nairobi - O poder e a oposição queniano tornam cada vez mais inflexiveis e intolerantes a um compromisso capaz de intranscender a raiva que reina ambos lados

A desconfiança é cada vez mais notàvel quer o governo ou seja a oposição antes do convite agendado ontem pelo parlamento e o inicio de uma nova mediação confiada à Kofi Annan, antigo Secretàrio das Nações Unidas, consecutiva a um fracasso de tentativas diplomàticas precedentes para desembarraçar a crise.

Apos as violações sanguinàrias que sacudiram e paralizaram o pais desde a reeleição fim de Dezembro de 2007, do presidente Mwai Kibaki, rejeitado pelo chefe da oposição Raila Odinga.

Curiosamente, as crianças quenianas voltara segunda-feira a caminho da escola. mas numerosos pais e alunos não acreditam um regresso espontâneo da normalidade face as violações em que o pais foi alvo e em conformidade com a agenda politica da semana: A oposição dirigida pelo Odinga parece cada vez mais determinante e hoje invocaram novas manifestações além de serem impedidas ou interditas. E o presidente Kibaki tinha que abrir hoje a sessão do novo parlamento resultante as eleições gerais contestadas de 27 de Dezembro de 2007.

Nem a co(a)ligação presidencial, nem o movimento democràtico (laranja) de Odinga consegue assegurar uma maioria absoluta na nova assembleia, para conduzir os dois parceiros a cortejar os pequenos partidos susceptiveis de fazer cair a orientação do Parlamento.

A ODM, ja fez conhecer que os elites esperam ocupar os seus postos na sessão de abertura dos bancos  reservados ao governo. E neste clima politico sobreaquecido que o antigo Secretàrio geral das Nações Unidas vai iniciar a sua mediação.

O Forum Humanitàrio Mundial, fundação criada pelo Kofi Annan desde que deixou as suas funções em 2006, anunciou que deveria iniciar terça-feira a sua missão em Quénia. Mas segunda-feira, a parceria presidencial, deu sinal sobre a sorte de um sucesso nesta mediação.

""Se Kofi Annan veio, não veio sobre o nosso convite confirmou o ministro queniano de estradas e obras publicas, John Michuki.

Nos jà ganhamos as eleições, pois não vimos por que razão a vinda do mesmo antigo Secretàrio-Geral da ONU para uma rapartição do poder, frisou o respectivo ministro.