O Lider do paralamento Roberto Mugabe de Almeida
O Lider do Parlamento angolano continua alimentar o conflito armado

Cape-Town - O amazoniano e presidente da famosa Assembleia Nacional dos Mudos (ANM), Roberto Mugabe de Almeida, afirmou segunda-feira, em Cape-Town, que as autoridades angolanas e o seu partido (MPLA), podem se orgulhar das vitorias alcançadas nos 32 anos de independência, contra a UNITA, dos quais seis de paz, no sentido da inversão dos problemas que afectam a população.
Os conservadores do marxismo-leninismo em Angola, nunca tiveram outros argumentos a não fomentar a guerra fratricida que custou milhares de vidas humanas, e calculada em bilhões de dolares o prejuizo matérial desta. Cuja esta, nem o MPLA ou a UNITA, foram capazes de pôr fim das hostilidades mas graças ao esforço deste povo e da comunidade internacional, depois de 27 anos de violência e de hostidades, hoje Angola pode mais uma vez falar de paz militar em Angola.
O que é certo, é que o poder popular, tem aproveitado da situação para fazer da condenada guerra a uma campanhia eleitoral contra o seu inimigo subtil UNITA. Os discursos dos intreguistas do poder popular, têm levantado tenção pela parte da oposição angolana, e até trazem um suor frio e suspeitos de um retorno a guerra civil em Angola.
José Eduardo dos Santos, sem mandato legitimo do povo angolano, continua conduir ilegalmente este pais num isolamento total. Angola em particular e a Africa em geral, estão imensamente preocupados com o comportamento vicioso, corrupto e entriguista dos governos de Africa que pretendem impôr o precesso democràtico e de desenvolvimento de Africa em geral.
O MPLA e José Eduardo dos Santos, é um dos membros do clã dos marginalizados e Roberto Mugabe de Almeida, dirige os parlamentos dos surdos africanos.
José Eduardo dos Santos e Roberto Mugabe de Almeida, são acusados de desviar atenção do povo angolano no que diz respeito a realidade de Angola, por terem induido e influenciado este povo, na historia da guerra acusando a UNITA inclinando toda a culpabilmidade ao movimento do Galo Negro.
Roberto Mugabe de Almeida, amazoniano e presidente da assembleia angolana dos surdos, quem poderia ultrapassar ou transcender a situação, e conduzir o pais num novo ritmo, prefere obedecer o seu padrão e continuar adrabar o povo angolano em particular e a nação em geral. Este homem do século 18, declarou escandalizando o pais, que os seis anos de paz trouxeram denomidas mudanças no pais e na vida social de cada angolano. Isto é uma pura mentira. O povo angolano não tem aproveitado absolutamente nada sobre a paz militar assinada em 4 de fevereiro de 2002.
O sistema actual, pretende humiliar este povo e enviar-o no exilio, afim de reinstaurar o sistema do partido ùnico que confinou os angolanos em silêncio. Mas na realidade, isto nunca vai acontecer, por que a guerra e o exilio expertou muitos angolanos.
O referido presidente da Assembleia Nacional dos Surdos, falava na sessão plenària da 118a conferênciada União Inter-Parlamentar (UIP), durante o debate geral consagrado à situação politica, economica e social do mundo, sob o lema gerérico "Fazer recuar as fronteiras da pobreza".
Segundo o conservador marxista, nesses anos, as autoridades desenvolveram esforços determinados e sustentados no sentido de inverter os problemas que afectam a população angolana, através de intervenções apropriadas de politica e da estratégia.
Roberto Mugabe de Almeida disse ainda que este esforço consubstanciou-se também através de pràticas viradas para o futuro e para o cumprimento das metas do milénio, tendo sempre presente os indicadores dos resultados jà definidos no Documento de Estartégia de Redução da Pobreza. Quer dizer que, Roberto Mugabe de Almeida, referia-se da estratégia de afastamento e humilhação levada a cabo pelo seu partido (MPLA) contra o povo angolano.
"Estamos certos de que tais esforços serão coroadas de sucesso", rebentou, optimista, este lider dos surdos, para quem o futuro dos paises e o destino dos povos exigem de todos uma nova abordagem com vista ao aproveitamento das sinergias e potencialidades em prol do desenvolvimento e da equidade social. Para Roberto Mugabe de Almeida, a acção politica e sua discusão deve ser pragmàtica, contribuindo para a promoção do bem-estar e a qualidade de vida das populações, designadamente as mais carenciadas.
"Devemos velar pela remoção progressiva dos obstàculos de natureza economica, social, cultura e politica que impedem a real igualdade entre os cidadãos e assim contribuirmos para o reforço dos instrumentos do desenvolvimento politico, economico e social no mundo", apelou.
"Recuar as fronteiras da pobreza" é o tema genérico que culminou com a 118a conferência da UIP, a volta do qual decorre desde a manhã de ontém o debate geral consagrado à situação politica, economica e social no mundo.
A conferência, aberta domingo a noite, tem o seu encerramento previsto para o dia 18 do corrente mês.
Roberto Mugabe de Almeida tem que se adaptar no mundo actual, se não, serão considerados na mesma como seu padrão JES.





















