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O Petroleo é o pecado dos Angolanos

O Petroleo é o pecado dos angolanos

Antwerpen - O Protagonista Manuel Caêtano , membro do bureau politico e Representante do Partido de Apoio Democràtico em Angola (PADEPA), na sua crônica enviada a imprensa disse que, o desafio dos angolanos é uma nova luta contra um novo império que nasceu nas cinzas de um embrião de uma guerra de triste mémoria.

Os angolanos, encaram uma realidade que merece grande reflecção, para uma mudança em Angola. Os desafios, é um processo de uma nova luta, contra um novo império que nasceu nas cinzas de um embrião de uma guerra de triste mémoria, que originou o nascimento de um pequeno grupo laripiante, das riquezas do Povo, que lucropletaram dentro da autoria do regime e que tornou bilionàrio.

Neste âmbito, Angola vem se criando a nivel nacional e internacional, um novo continente dos maléficos, dos antigos anjos que foram rejeitados no Paraiso, onde eram colaboradores directos de Deus, e recuzados em pleno século XX, sendo Luanda  a Sede destes malfeitores, tornando deste modo, a resistência oficial do chefe dos Demonios, de nome "Belzebù", o maior simbolo da calamidade Humana de todo continente em particular e do mundo em geral.

Na evidência, assistimos a comunidade internacional, a ser "baptizada" em nome da Corrupção, alegando nos seus discursos, da despedida ao sair da dita Cidade Alta, onde os capitulos e versiculos da "Biblia" da Corrupção, os torna bons corruptos, propagando discursos com os moldes de uma nova Democracia que à eles mesmos nunca foram democratos e nem serão. Para os angolanos, os visitantes das instituições internacionais, como à ONU, U.E., SADC ou PALOP e demais diplomatas, são, os mendicantes do regime para obtenção dos cheques com montantes satisfatorios dos seus interesses pessoais, em detrimento dos filhos de Angola.

Deste Posicionamento, deste ou daqueles que vêm em reforçar, a continuidade e apoiando a ditadura do totalitàrio vigente em Angola, os angolanos lamentam e sentindo desta forma, um Povo sem socorro, cuja este, acredita na nova viragem da Democracia simulada, em favor da corrupção que se alastra e pela conquista do novo espaço na estratégia Geopolitica mundial. O regime de Luanda, é o "Virus" do pecado da corrupção que està a infectar   Instituições    democràticas que tentem emergir no mundo, infelizmente, o petroleo e o diamante, é a armadilha que o MPLA utiliza na extensão da corrupção, para fazer chantagem  na cooperação baseada nas relações corruptas, no fundo dos interesses alheias de Angola e dos Angolanos.

Nos ùltimos anos, assistimos em Angola, a Construção da Sede mundial: Palàcio Mundial das Democracias de Fantasmas, coordenadas e orientadas no enriquecimento de todos que se reveêm como fieis do regime, quer sejà, angolanos ou estrangeiros, na obtenção do titulo dos Nobres de Angola.

Em Angola, os élogios dos visitantes nunca cessam e as felicitações no progresso economico e bons avanços na reconstrução de Angola, feito por Governo de Luanda, são os bons cânticos dos emissàrios das personalidades da Comunidade Internacional, no fim dos encontros com o Rei das futuras dinastias, nascentes do mundo globalizado, dos regimes falaciosos dos democratas, durante as estadias no Reino de Angola.

Enquanto à estes se vaguardiam nos seus élogios, os angolanos reclamam-se, os gritos de aflição e cansados devido o sofrimento, miséria e pobreza, enquanto as Igrejas se reforçam em vão, na obtenção de ajuda de Deus e que as mensagens destas, jà mais foram ouvidas por Deus ou Jesus, visto que onde nunca existe amor ao proximo, Deus fica muito longe e os clamores, são atendidos tardiamente.

Angola quer um regresso urgente de Jesus Cristo para vir Julgar e terminar sofrimento dos Angolanos esquecidos, desde a criação do mundo, colonizados 500 anos pelos portugueses e mais de 30 anos de uma independência de làgrimas e luto, queremos a vinda de Cristo.

Pedimos à Deus ou seu filho Jesus Cristo, as nossas desculpas em dizermos "Deus jà esqueceu dos Angolanos", pedimos uma Inovação de uma outra Angola, envia um diluvio sobre Luanda, na escolha dos novos Dirigentes de Angola, sejam honestos para uma outra Angola, justa para todos.

Manuel Caêtano