Orçamento Geral do Estado 2008
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ORCAMENTO DO ESTADO 2008
A sua gestão e a elaboração deste budget é muito incontestàvel pela oposição angolana na medida em que este não satisfaz as necessidades e o projecto conjunto da nossa nação. O governo (MPLA) màquina e executivo principal que gera os bens da nação avaliou o orçamento Geral do Estado em 2,5 triliões de kwanzas, que foi aprovado quinta-feira pela maioria dos deputados do MPLA na assembleia Nacional, com 113 votos a favor, 32 contra e 12 abstenções pertencentes a oposição. O famoso orçamento geral do Estado cobre apenas as despesas e recetas ligadas a orgãos da administração central e local do Estado, dos institutos publicos , serviços e fundos autonomos e pelos subsidios e transferência a realizar para as empresas e instituições de utilidade publica. A referida aprovação do orçamento geral do Estado foi interpelada pelas declarações politicas dos lideres das bancadas parlamentares da oposição que teve com o inicio da intervenção do presidente do PSD, a sua Ex.a Senhor Nzuzi Nsumbo, que realçou em nome do grupo dos sete partidos da oposição depois do PLD, FNLA, PRS, UNITA e do (avo) MPLA, autor principal e defensor do budget. De facto as bancadas parlamentares da oposição apresentaram certas inquietudes na medida em que o referido orçamento não ter representado verbas para a realização das eventuais eleições em 2008, e Fernando de Piedade Dias dos Santos assegurou que que o dinheiro para a execução das tarefas relacionadas as eleições està garantido e serà disponibilizado na devida altura, um acto que não fez consentir as bancadas parlamentares da oposição, que classificou-o de inconstitucional e falta de respeito. Esta acção levou a UNITA e outros partidos da oposição de tornar mais reticentes em relação a aprovação deste budget. Apos o voto do documento em referência, o lider da bancada parlamentar da UNITA, Alcides Sakala, apresentou uma declaração de voto, justificando que o seu partido optou pelo não, devido ao facto do OGE não servir os objectivos de desenvolvimento fixados pelo Estado angolano, constantes do relatorio de fundamentação. Votamos contra porque o OGE não resolve a problemàtica da distribuição da riqueza, nomeadamente do desemprego e do eterno dilema dos baixos salàrios insuficientes para cobrir os constantes aumentos do custo de vida, sustentou. Fonte: Angop
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