RDC - Alarmada sobre o suspeito
RDC alarmada com a derrota do Kivu

Kinshasa - Um balanço humano e material, pesou à RDC: os militares estão farto de se remeter devido a derrota resistada ao Kivu. O estado-maior està sob custodia e as primeiras sanções jà cairam. Extratos de anàlise do Soir de Bruxelas, a Bélgica na qualidade da antiga potência colonial.
A conferência de paz sobre o Kivu, pela qual a sua abertura oficial foi transpotada à 6 de Janeiro, risca muito de ser eclipsada por mau estado que reina no seio das forças armadas congolesas (FARDC), devido da humilhante derrota sofrida em Mushake.
Lembram que no inicio do mês de Setembro, o presidente Joseph Kabila tinha escolhido a opção militar para reduzir a rebelião do general Laurent Nkunda, qui recebeu armas para defender os Tutsis congolesas que asseguravam ser ameaçados. Desejando de restabilizar a autoridade de Estado em todo territorio e de pôr em funcionamento as suas prerrogativas constitucionais, o presidente Kabila foi largamente apoiado para a sua opinião publica, em particular ao Kivu, onde foi eleito à mais de 90% sobre a sua promessa de restabilizar a paz.
Esta iniciativa militar, foi no entanto traida pelos ocidentais: afim de tomar uma solução politica que respondia em parte as exigências do general Nkunda, eles avançavam o risco no sentido humanitàrio e pôs em duvida uma vitoria das FARDC. Em Setembro, afim de conjurar o presidente de parar uma ofensiva que registou o primeiro sucesso, os embaixadores ocidentais e o representante da ONU, William Swing, deslocou-se mesmo em Goma.
Como para dar razão aos objurgações diplomàticas, os primeiros sucessos foram rapidamente enrolados: segundo os observadores militares, as forças armadas congolesas eram incapazes de consolidar as posições conquistadas mais rapidamente(...). E os capassetes azus tentaram finalmente de impedir a tomada de Sake e de Goma.
Mas principalmente, confirmou-se hoje que as Fardc foram vitimas de traisão de auto nivel: em Mushake, onde havia sido enviado o comandante em chefe das forças terrestres, o general Gabriel Amisi, dito "Tango Fort", as ordens contraditorias foram dadas qui provocou o regresso dos bons elementos. Deveria compreender mais tarde que os comandantes da maioria de brigadas destinados a prender Nkunda foram oficiais que, como Amisi, tinham Naguère combatido aos seus lados no ramo da rebelião foram ao encontro mas sem querer realmente romper com o seu antigo companheiro de luta!
Um julgamento militar que veio de ser instituido ao Norte-Kivu devera circonscrever essas traisões, mas jà o general Amisi voltou em Kinshasa no estado de arrestação e foi metido numa residência controlada até chegar a um bom resultado dos inqueritos. Um outro oficial do auto nivel, o general katangês John Numbi, actualmente em cargo da policia de Kinshasa, estaria "em desgraça ". Serà que essas medidas são suficientes para pôr em causa os chefes das forças armadas? O balanço dos prejuizos que começa ser conhecido, é em todo caso catastrofico. Sobre os seis mil elementos das FARDC engajados na batalha de Mushake, a metade foi posto fora do combate (...).
Mais prejuiso de vidas humanas foram notadas no terreno e um importante material militar foi recuperado pelos homens do Nkunda, que lhes permetirà de combater mais ainda anos: 6 toneladas de munições, respectivamente munições de helicoptéros, 45 blindados, 20 lança-roquetas, 15 000 caixas de granadas, 6 000 caixas de armas tipo Fall. O balanço fez mesmo estado de 15 missilas aero-solo (...).
A ocupação deste material novo e de grande invergadura, fez crer um outro catàstrofo militar que, no seu tempo marcou o inicio do fim do presidente Laurent Désiré Kabila (pai), assassinado algumas semanas mais tarde: a batalha de Pweto em Katanga, em Novembro de 2000. Joseph Kabila (filho) e o general Numbi foram obrigados safar em helicoptéro...
(...) Se a conferência de paz de Goma foi transferido numa outra data, talvés também porque a pequena concessão acordada à Nkunda e aos seus, alimenterà a suspeita de traisão ao mais auto nivel e provocarà rumores ao seio de uma população humilhada para a derrota das suas forças armadas e privada de dividendos da democracia.





















