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REVISTA DA IMPRENSA: CAMPANHA

REVISTA DA IMPRENSA: CAMPANHA ELEITORAL COMEÇOU A AQUECER COM PANCADARIA À MISTURA DIZEM OS SEMANÁRIOS PRIVADOS

A campanha eleitoral para as legislativas angolanas de 5 de Setembro próximo começou já a ganhar velocidade, rosto, desafio e agressividade de todo o tipo.

Os grandes que abriram a luta pelo voto com verdadeiros showmicios e comícios, mudaram de táctica e aderiram à caça do voto porta a porta, inovação de pequenos. Esta boa briga em nome da democracia é notícia de primeira página em todos os jornais privados luandenses.

O Cruzeiro do Sul diz em manchete «Campanha começou a aquecer».

Em entrevista o presidente do Partido Republicano de Angola (PREA), Carlos Contreiras, disse acreditar que será difícil entender a sua aliança com o MPLA.

Já Abílio Camalata Numa, director da campanha eleitoral da UNITA, diz «Estamos melhor organizados que em 1992».

Ernesto Mulato «Vai aguentar o barulho», promete Bento Raimundo, da Associação dos Jovens Angolanos Provenientes da Republica da Zâmbia (AJAPRAZ).

O Semanário Angolense destaca a mudança de estratégia eleitoral do MPLA na zona de Benguela e escreve «Para penetrar nas franjas fiéis à UNITA em Benguela, Jorge Valentim dá cara pelo MPLA».

Conta o Semanário que Dumilde Rangel e Geremias Dumbo, teriam dispersado o enorme capital político associado ao avultadíssimo investimento (mais de 1 bilião de USD só em 3 anos) que o governo faz na província.

Com quem Samakuva conta? «Apatia de Abel contrasta com apoio total de Gato».

Campanha eleitoral começa a aquecer «PLD desfila de Tuareg».
«EME entra arsenal pesado». E em as dez razões para votar o Semanário Angolense traz nesta edição Luís Fernando que afirma «Tratando-se de Angola a magnanimidade tem marca registada».
Jaime Azulay defende que «Não estão criadas as condições para mudança radical». Já Maurilio Lueluey apela «Façamos destas eleições a festa da consagração da democracia».

O troca troca dos políticos angolanos «Fim das ideologias ou amor ao vil metal».

MPLA reage ao relatório da Human Right Watch «Não se metam connosco» adverte Kwata Kanawa.

No Agora «Presença de Mbeki em Luanda» não se falou apenas da crise zimbabweana mas, também abordou a cimeira deste fim de semana na Africa do Sul, que deverá desenhar as linhas da zona do livre comércio da região da SADC.

«Bonga lança CD e promove mega show no cine Atlântico».
E «Começou a subir o preço do cimento».

No Folha 8 destacam-se os títulos «Exclusivo: Miala e Pares são presos privados». Eleições 2008: «Oposição aposta na diabolização do MPLA». Lopo do Nascimento «Legislativas deveriam realizar-se em dois dias». Human Right Watch: «Governo manipula todos os órgãos eleitorais» e Fátima Roque «Processo deve ser justo e transparente».

O Angolense estampa «Estratégia de «aranha», MPLA aposta na caça directa ao voto».

«UNITA contra-ataca em todas as frentes». «FNLA aposta no seu potencial histórico». «PDP-ANA faz contacto directo com os eleitores». «Emerge um novo tipo de criminosos: aumentam assaltos em óbitos».

O Novo Jornal compara na sua manchete as «Semelhanças entre o girabola nacional composto por catorze equipas e a composição do boletim de votos para as eleições de Setembro em que concorrem 14 partidos».

«Adeus ao único modelo ambiental da arquitectura luandense», o imponente mercado do Kinaxixi.

Em entrevista, John Marcon afirma «Poder absoluto corrompe».

Na rubrica Mutamba o realizador Óscar Gil diz «Há 5 anos que espero receber o Prémio Nacional de Cultura e Artes».

A página de Economia traz «Surge um novo banco, o Quantum» e à vista «Colaboração TAAG-Air Gemin».

A Capital destaca «Tumultos no Bié e Huambo ameaçam clima de concórdia». «Não estraguem a festa».

A matéria está ilustrada com fotos dos líderes das campanhas eleitorais dos MPLA, Dino Matrosse, e Camalata Numa, da UNITA, os protagonistas das primeiras cenas de pancadaria.

Kuangana os vê entre os que apregoam o voto étnico: «Temos políticos medíocres».

MPLA ganha sindicato e UNITA ganha POC´s. «Chuva de apoios para os gigantes».

A fechar, desajustes na premiação abre «Clima de guerra no andebol feminino».