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MPDA para os partidos politicos angolanos

MPDA para os Partidos Politicos Angolanos

Bruxelas - O Presidente do MPDA disse estar consternado com o comportamento de certos partidos politicos angolanos, cujam estes não têm vocação, sem destino nem determinação

PR Da Silva Pedro disse que, a palavra "politica"vem da racina grega o que quer dizer "polis" ou bem "a cidade" e ela existiu antes mesmo que o termo existe, e consiste de tal modo a organização no meio dos humanos. Mas os animais também fazêm a politica no seio dos seus grupos: organização no meio de formigas, delfins ou hiènas acrescentou o pontagonista do MPDA.

Noutro lado, a politica é uma organização do poder de um Estado, mas o relacionamento entre politica e Estado, não é tão evidente, esta acepção é relativamente recente.

A politica ao sentido mais largo é portanto, a estrutura e o foncionamento metodico, teorico e pràtico de uma comunidade ou sociedade. A politica concerna as acções, o equilibrio, o desenvolvimento interno ou externo desta sociedade, as suas pertinâncias internas e suas proporções à outros conjuntos.

A politica pois é fundamentalmente aquilo que tem a caracteristica ao colectivo, a uma soma de individualidades e/ou de multiplicidades.

Toda pessoa que não se interesse que em si mesmo, pràtica pois, effectivamente a politica. Um homem ou mulher num movimento politico, tem o dever de respeitar os principios da soberania de um povo e da democracia.

Noutro ponto de vista, num sentido mais effectivo, o termo politica refleta à lutas de poderes e de representatividade entre homens e mulheres do poder e os diferentes partidos politicos, os quais fazem parte.

Confundidos com a pràtica e a teoria de partidos não necessariamente politicos (mas Sindicatos, loggias maçônicas e diversos grupos fantôches). Iludidos em partidos tralhistas e diabolicos, transformados em organizações articuladores de acções pessoais, familiares e carnibais, esquecendo a verdadeira vocação governativa de pôr em serviço os seus projectos, conquistas e exercicios do poder politico.

Enquanto a propria vocação, um partido politico é uma organização articulador de uma acção local e nacional. Eles são difenciados dos sindicatos, de grupos de pressão ou de outros movimentos para as suas vocações à governar ou pôr em serviço directamente os seus projectos, (conquistas e exercicios do poder politico).

Os partidos politicos angolanos são mais vulneràveis e perderam em fim o sentido de ser e os seus destinos. Alguns deles, servem apenas do sustento do poder (MPLA) e de maldade.

Nas democracias modernas, os partidos politicos têm um rolo politico muito importante. O principio é de pôr aos individuos ou grupos de partalharem os objectivos similhares de aliar-se para promover um programa comum. Em alguns certos sistemas de votos proporcionais, os partidos e as vezes as coligações de partidos podem igualmente jogar um rolo funcional.

Eles tendem também para empobrecer o debate democràtico em polarisà-lo para a creação de coligações extensas. Estas acarretam o regrupamento em blocos artificiais de diversas problemàticas. Por exemplo, um mesmo partido defenderà uma doutrina em politica internacional e uma outra em matéria de educação, o que conduirà a associar-se artificiamente as duas doctrinas, enquanto que podia tratar-se de problemàticas suficientemente independentes para permitir de estudar todas as alternativas.

Num pais como Angola, o monopartismo não teria lugar até aos séculos presentes, porque é uma situação onde somente um partido exerce o poder efectivo, e ele caracterize-se pois, para uma ausência de alternativa politica. Este estado de efeito, pode recobrir situações tão diferentes como o caso do nosso pais, do sistema unico, a lei autoriza que um so partido, aquele do governo. Ele pode tolerar as vezes a presença de partidos minoritàrios se esses aceitem a predominância do partido governante.

Aparece as vezes que os partidos de oposição, sejam oficialmente autorizados, mas que o partido dominante chega a manter-se ao poder para a corrupção, o clientismo ou a frauda eleitoral (Setembro 1992).

Angola é geralmente acusada de utilizar pràticas contràrias aos direitos do homem contra os antagonistas politicos. Enfim alguns partidos defendem um programa suficientemente consensual para que seja aceitàvel para uma grande parte de eleitor. Se os candidatos apresentados por esses partidos são reconhecidos pela sua competência e sua honestidade, eles podem então permanecer-se ao poder durante dezenas respeitando escrupulosamente as regras do jogo politico. O caso por exemplo do movimento popular para a libertação de Angola (MPLA). Mesma coisa com (SAP) na Suécia ou em Japão, o partido liberal democràtico  que està no poder desde 1955, (excepto de 1993 à 1994), eleitores encontravam nas diferentes fracções que lhe compôs.

Também num pais como Angola, a coexistência de "Bipartismo", seria um perigo para a nação no qual dois partidos dominantes a vida politica, e onde pràticamente impossivel aos outros partidos de conseguir ganhar a eleição. Nesta situação, dois partidos na oposição são geralmente coligações vastes que procuram a apresentar programas os mais amplos possiveis. Geralmente, estas duas coligações, comparam-se uma em relação a outra em utilizar a tradição pino direita-esquerda, liberdade de emprendimento, diminuição de remessas de outro lado, intervenção importante de Estado na economia de outro.

A representavidade de um partido, pode ser muito diferente a ordem nacional e a ordem local. Se ele é geralmente necessàrio de beneficiar de uma boa implantação local para vencer as eleições nacionais, certos partidos mineiros a ordem nacional podem ter um peso importante durante as eleições locais. O caso dos partidos autonomistas por exemplo, ou ainda dos partidos onde a notoriedade repousa essencialmente sobre uma personalidade local, (em França, Movimento ecologista independente e o Movimento para a França).

Potanto, para o povo angolano esta serà a ultima chance dada pelos certos partidos independentistas que disparecerão nos proximos 5 anos, caso não oferecerm bom trabalho a nação angolana ou a terceira Republica. Por isso, cada partido politico, tem que preparar um bom programa nacional e regional, capaz de convencer a maioria das populações angolanas. Caso isto não acontecer, então serà certamente o fim de certos partidos independentistas e tantos outros. Até aqui nem um partido conseguiude convencer as populações nos seus programas. Hà pouca pràtica e sinceridade e muita teoria. E preciso aprovar os seus programas apoiados com elementos proprios e crediveis e não trazer discursos pobres, como do chefe de Estado José Eduardo dos Santos.

Este é a contribuição do Movimento para a Paz e a Democracia em Angola (MPDA), representado pelos futuros antagonistas do Estado angolano.

Espertam-se e feliz ano e determinação

Bruxelas, aos 6 de Janeiro de 2008 - ANO DECISIVO PARA A MUDANCA EM ANGOLA

Massunguna da Silva Pedro

Presidente do MPDA