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O PRESIDENTE DO MPDA, DISSE QUE AQUILO QUE SE PASSA EM ANGOLA É UMA DITADURA BEM VISTA

UMA DITADURA BEM VISTA

Bruxelas - O Movimento para a Paz e a Democracia em Angola (MPDA), após um pequeno silêncio de reflexão, considerou ontém que,  os acontecimentos ou a decisão tomada pela bancada maiotária do MPLA no dito  Parlamento dos mudos, iligítima, imparcial e duma ditadura bem vista.

Caros compatriotas e amigos,

O Movimento para a Paz e a Democracia em Angola (MPDA), manifestou o seu profundo desagrado e indignação sobre a imparcialidade e a autocracia do dito Parlamento angolano.

Este Parlamento, é e sempre foi um dos órgãos regulador do MPLA, além da TPA e Jornal de Angola, transformando-o em parlamento dos mudos, onde ninguem consegue pronunciar-se à não submeter-se com as práticas marxistas do governo de Luanda reinstauradas pela China em Angola em particular e em África em geral.

De acordo com aproximação da organização das eleições legislativas anunciadas em Setembro em Angola, o MPDA acha que, não é possível de esbruçar ou invocar razões puramente utópicas, que põem em causa a realização deste pleito eleitoral.

O que se passou em Luanda e que teve como origem a alteração imparcial e iligítima da Lei N°3/05, de 1 de Junho sobre o registo eleitoral, assim como a alteração da Lei 6/05, de 1 de Agosto, a lei eleitoral e a alteração do artigo 143° referendo ao prazo para a publicação dos resultados definitivos do escrutínio provincial, demonstrou mais uma vez que, em Angola não existe ainda, um Parlamento verdadeiramente democrático e multipartidário, onde possam ser realmente levados a cabo e discutidos parcialmente e democraticamente, os assuntos mais essenciais e prioritários da nação. Como o artigo 149°, n°2 referendo ao prazo para a publicação dos resultados definitivos do escrutínio nacional em que o prazo máximo é de dez para quinze dias. 

Para o MPDA, esta aprovação das respectivas Leís, é considerada criminosa, imparcial e provocativa. Isto é, num Estado duma verdadeira cultura democrática se ele existisse, a imposição maioritária dos Partidos políticos da oposição sejam menoritários em relação ao partido no poder, esta imposição, seria mais considerável em relação a maioritária do governo, porque aqui trata-se de um problema sério e crucial, para a salvagurda do processo eleitoral e da nação angolana. Mas o MPLA, pretendeu humilhar a voz do povo angolano.

Por outro lado, esta apreciação constitui também uma ofensa e ameaça aos Partidos políticos e defensores dos Direitos Humanos quenunca cessaram em condenar o executivo de José Eduardo dos Santos, devido a sua política comunista.

Mais uma vez, o governo autocrático de Luanda vem duma forma vulnerável e excitante manifestar o desejo de regresso as armas, contra a nação angolana. Hoje Angola parece simbolizar-se à um barríl de pólvora, que pode explodir-se em qualquer momento e transformar o país num autêntico Líbano.

Caros compatriotas e amigos,

A mentira precipita-se, mas a verdade chega sempre tarde. Se ontém Jonas Savimbi foi o grande obstáculo sobre a reconstrução de Paz, Liberdade e Prosperidade, hoje em dia, este homem chama-se malogrado, que só existe na memória do povo angolano!

Por isso, gostaria endereçar cinco perguntas essenciais a nação angolana:

1. Quem continua partir as pontas?

2. Quem continua partir as estradas?

3. Quem continua partir os postos da energia?

4. Quem continua impedir a água pótavel?

5. Quem continua impedir a saúde na sociedade angolana?

É necessário que cada um de nós possa refletir sobre as cinco questões respectivas, afim de traçarmos o caminho, para o futuro do nosso país.

É momento para que os angolanos possam escolher os verdadeiros dignitários desta mãe Pátria, porque Angola é uma Nação.

É momento crucial, para que os angolanos possam acreditar na mudança iminente no nosso país, para o futuro melhor de todos filhos desta Pátria. O destino desta Pátria, depende do povo angolano, tendo em conta que no Estado de Direito, se ele existisse, a soberania reside no povo, a quem cabe o direito do poder político através de eleições periódicas, para a escolha dos seus dignos representantes.

Considerando que para a realização efectiva das eleições presidenciais, legislativas e autárquicas é imprescindível o registo de todos os cidadãos eleitores. É isto que estipula a Lei vigente na República de Angola, mas na realidade as coisas funcionam doutro maneira neste país. Há queles que submetem-se frente da respectiva Lei, mas outros estão em cima da lei. Em Angola, quem não tem mãe na cozinha, tem a obrigação de respectar esta Lei.

No entanto, foram testemunhas oculares do que aconteceu com a diápora angolana. Isto é, os filhos desta Pátria foram sujeitos a uma exclusão social iligítima pelo executivo de José Eduardo dos Santos, de não participar no pleito eleitoral anunciada no nosso próprio país, facilitando de tal forma a emigração San-tomense e cabo verdiano no nosso país, enquanto milhares dos filhos desta Pátria gemeiam nas prisões no interior de Angola.

José Eduardo dos Santos, governa e desgoverna o nosso país, para permitir a pilhagem sistemática e a corrupção vertiginoso dos grupos reacionários e multinacionais que beneficiam dos bens deste povo, em troca do poder autocrático Mpelista.

O MPLA está farto de governar e desgovernar Angola. Os bens desta Pátria, servem apenas para alimentar as contas privadas de um bandu dirigido pelo José eduardo dos Santos e seus filhos. este governo autoritário, jamais pensará em mudar a vida social deste povo e cabe o direito a este povo, de poder apostar-se num governo legitimamente angolano e nacionalista.

Mas acredito com a metamorfose de mentalidade do povo angolano e tem a convicção que, este povo já cresceu. Isto é, os 33 anos do neocolonialismo Mpelista, significaram para este povo, anos de repressões, humiliações e experiências.

Desde 11 de Novembro de 1975, até hoje em dias, Angola perdeu mais de 4 milhões de vidas humanas e bilhões de doláres na luta dos interesses pessoais de José Eduardo dos Santos e seu bandu trincheirado no Futungo e na cidade alta de Luanda. No dia 4 de Abril de 2002, os angolanos decidiram abandonar a vida das armas para dotar a vida actual através do diálogo e viver na paz, liberdade e fraternidade, cujam estes direitos nunca lhe foram dadas nem autorizadas.

O nosso país vive numa esclavagem moderna e numa ditadura sem precedente do clã Eduardista. A moioria dos filhos desta Pátria, passam o tempo nas prisões, na submissão, na humiliação e na intimidação. A única escola ou faculdade que existe em Angola, é a faculdade de matança, violação, divisão e de ódio.

1. O Sistema Educacional

Quanto o verdadeiro sistema educacional no nosso país, reconheceu uma enorma degradação e precisa de rever os seus moldes de funcionamento a busca de soluções capazes de permitir a inversao no quadro actual. Este é o princípio defendido pela oposição e pela sociedade cívil angolana, e tem que ser cumprido. Não há em Angola uma planificação à altura de diversificar a formação de quadros superiores, e ao mesmo tempo prêver a sua insersão no mercado de trabalho. O ensino está desajustado à realidade do país. Porque não tem objectivos claramente definidos, num país dirigido pelos bajuladores da classe média. Primeiramente o sistema não tem em conta que o ensino deve-se preparar para poder responder as necessidades do mercado nacional e do país.

A maioria dos estudantes que têm acesso ao ensino superior, são filhos dos dirigentes e os seus subordinários que representam apenas 20% da população angolana. Quanto a cota de mortalidade e análfabeto em Angola, aumentou duma forma radicalmente do que nos tempos da guerra.

2. Os deslocados de guerra

remetidos à sua sorte, encontram-se mais de 6 milhões de deslocados num estado extremamente sombrio isto é,rata-se de uma tragédia impar. Entretanto, encontra-se um povo submetido à fome, nudez, doenças, analfabetismo, desemprego, prostituição e um sem número de vicissitudes que parece insuficiente para influenciar a mentalidade dos homens da que instituiam em ostentar os designíos do fúzil para imporem a sua vontade.

Por isso, enquanto ainda existem algumas ervas e larvas, que servem de refeição, numa Angola rica, a prostituição como uma condição de sobrevivência, as chapas como habitação e a esperânça como suporte da vida. esta vulnerável população, clama dia e noite por socorro imediato que não sabe para onde virá!

O MPLA, tem que assumir a sua responsabilidade diante destas vitímas que clamam por socorro em todo território angolano. A gora que a situação político militar está calmo em Angola, desde a assinatura do entendimento do Luena de 4 de Abril de 2002, o governo que representa uma grande peça senior, pelo dispositivo de paz e garantir a vida dos cidadãos angolanos. Mas este parece é incapaz de gerir Angola, no quadro político, económico e social, por falta de experiência democrática e intelectual.

O governo de Luanda (MPLA), passa o tempo a distrair o povo angolano com discursos vazios e sem sentido da sua existência. De facto, o povo angolano tem a razão de descreditar este governo, na medida em que este tem discriminado-o e metido muitos dos filhos desta Pátria nas gaiolas existentes em todo território.

Não há dúvidas que os discursos lisanjeiros de José Eduardo dos Santos, servem apenas duma estratégia eleitoral, para seduzir as massas angolanas analfabetas para votarem por ele, enquanto os intelectuais desta Pátria acabaram por abandonar o sistema corrupto. Por isso, o MPDA tem a convicção que este povo não deixará jamais fazer, nem seduzir-se por um grupo de criminosos e inimigos da Pátria.

Os angolanos têm como dever, de traçar o destino desta Pátria e pronunciar-se contra a corrupção, a miséria, a pobreza, as arrestações arbitrárias e prisões extrajudiciárias no seio do povo angolano.

Noutro lado, o MPDA considera a apreciação da solução tecnólogica proposta pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de demagogia e deixa a oposição em dúvidas. Por isso, o MPDA faz duas questões aos organizadores deste pleito:

1a. Porque a alteração urgente do artigo 143° referendo ao prazo para a publicação dos resultados definitivos do escrutínio provincial, onde os mesmos devem ser divulgados no prazo máximo de quatro para sete dias após o termo de votação, como do artigo 149°, n°2 referendo ao prazo para publicação dos resultados definitivos do escrutínios nacional em que o prazo máximo é de dez para quinze dias?

2a. Porque é que esta Comissão não publica os cadernos eleitorais do registo?

Lá está o problema. Tudo isto, porque o MPLA já tinha falhado no Zimbabwe; 

1. O presente programa, não satisfaz as exigências do povo angolano e não garante a estabilidade e a segurança após eleições legislativas. Poderão ainda estar em causa, certos (software) de piratagem que não correspondem a lógica e a realidade do nosso país. Também, os serviços de informática poderão facilitar o MPLA de poder montar a sua manobra relativamente os resultados finais destas eleições.

a) Estes serviços informáticos estarão sob o controlo do regime e não da  oposição.

b) A direcção dos serviços secretos de Angola, vem confirmar que, a respectiva equipa eleitoral do MPLA, foi encarregada para corromper a imprensa nacional e internacional logo a publicação dos resultados eleitorais.

c) Segundo as informações divulgadas pelo elementos da secreta fíeis pela mudança, estariam a posse da equipa eleitoral do MPLA, certos dados para serem injectados logo a contagem de votos nas distintas assembleias.  

Neste aspecto, o MPDA propós uma contagem manual e um controlo rigoroso dos boletins de votos, urnas, e as assembleias de votos de cada área, e no caso contrário, fotocopiar ou mesmo fotografar todas as actas dos resultados das assembleias de votos de cada área de jurisdição.

 

O povo angolano representado pelo MPDA no exterior como no interior de Angola, agradece bastante e apoia integralmente os imensos esforços que têm sido manifestados pelos Partidos políticos angolanos da oposição, a Igreja Católica e as Organizações angolanas dos Direitos Humanos, no sentido de evitar um banho de sangue no nosso País, pessuadindo o governo de Luanda à respeitar as liberdades fundamentais deste povo, a Constituição e a Lei Eleitoral vigente na actual República de Angola.

Por isso, o MPDA carece de palavras para apurar, elogiar, e louvar profundamente a coragem, solidariedade e determinação humana expressa nas declarações públicas das respectivas formações políticas, religiosas e cívis do nosso país.

O Movimento para a Paz e a Democracia em Angola (MPDA), acredita que com a união de todas forças vivas em Angola, a derrota do MPLA é bem vista porque os angolanos nunca manifestaram a sua indignação face as acções criminosas levadas a cabo pelo governo fascista de Luanda. Com certeza, Angola é governada pelos criminosos, conforme afirmou o artista inglês.

 

Massunguna da Silva pedro

Presidente do MPDA 

 

 

 

   

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

      

 

 

      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Direcção do MPDA no exílio, em representação de todo o povo angolano, faz apelo a todos filhos desta Pátria e amigos de paz no exterior como no interior de Angola, sobre o lavantamento de Manifestações de protesto contra o governo autocrático e ditatorial de Luanda.